Países da América do Sul por matrícula no ensino superior

Estudantes em universidades e outros cursos de ensino superior, como parcela da população na faixa dos cinco anos seguintes ao fim do ensino médio. Estudantes mais velhos também contam, por isso a taxa pode passar de 100%. 8 países na América do Sul, do maior valor para o menor. World Bank, em geral 2024

Mapa: Matrícula no ensino superior — América do Sul
Maior
110,2%
Chile
País mediano
68,8%
metade acima, metade abaixo
Menor
2,6%
Suriname
Países da América do Sul por matrícula no ensino superior, World Bank, em geral 2024
#País% brutaAnoRegião
1Chile110,2%2024América do Sul
2Argentina107,8%2023América do Sul
3Uruguai80,0%2023América do Sul
4Brasil69,7%2024América do Sul
5Equador67,9%2023América do Sul
6Colômbia59,3%2022América do Sul
7Guiana26,4%2024América do Sul
8Suriname2,6%2024América do Sul

Sem dado de World Bank para 4 países: Bolívia, Paraguai, Peru, Venezuela.

Perguntas

Qual país na América do Sul tem a maior taxa de matrícula no ensino superior?
O Chile tem a maior taxa de matrícula no ensino superior na América do Sul: 110,2% de matrícula bruta (2024). Depois vêm a Argentina (107,8% de matrícula bruta) e o Uruguai (80,0% de matrícula bruta).
Qual país na América do Sul tem a menor taxa de matrícula no ensino superior?
O Suriname, com 2,6% de matrícula bruta (2024).
Qual é o valor típico de matrícula no ensino superior de um país na América do Sul?
A mediana dos 8 países na América do Sul é 68,8% de matrícula bruta: metade fica acima, metade abaixo. A mediana, e não a média, porque uns poucos países no topo puxariam a média para muito acima de quase todos.
De onde vêm os dados?
Estudantes em universidades e outros cursos de ensino superior, como parcela da população na faixa dos cinco anos seguintes ao fim do ensino médio. Estudantes mais velhos também contam, por isso a taxa pode passar de 100%. Fonte: World Bank, em geral 2024. Só os Estados independentes entram no ranking; os territórios aparecem à parte. O continente de cada país segue a Natural Earth; os poucos Estados insulares que ela classifica como oceano aberto são colocados pela sub-região da ONU.

Fonte: World Bank (CC BY 4.0). Dados mais de 5 anos mais antigos que o mais recente ficam de fora, em vez de aparecer ao lado dos atuais. Países com o mesmo valor dividem a posição. Todas as fontes.